Pular para o conteúdo principal

Uma mão amiga

Há muitas maneiras de ajudar uma causa social. Todas elas envolvem doar algo, seja dinheiro, comida, brinquedos ou apenas um pouco de tempo. No dia 12 de outubro, a Mão Amiga realizou no bairro Teixeras  uma festa de dia das crianças.

Altair Sancho, professor do curso de turismo na Universidade Federal de Juiz de Fora, foi um dos apoiadores da festa, que além de oferecer comida, brincadeiras e distribuir brinquedos, contou com diversas oficinas. Altair foi o responsável pela oficina de jardinagem, no dia era possível que as crianças plantassem sua própria muda, e a levassem no final da festa.

Ele conta que conheceu a Mão Amiga através de uma amiga, que ajudou a organizar a festa, e que aquela era a primeira ação que ele participou junto ao projeto. Ao ser perguntado por que escolheu oferecer a oficina de jardinagem, ele diz que a ideia foi da amiga, mas que ele que escolheu o que as crianças iriam plantar:

“ Cada dia mais a meninada não tem mais contato com a terra. A gente ficou pensando em qual planta utilizar, e pensou no alface justamente por isso, eles terão que cuidar todo dia, molhar, verem crescer. Eles vão poder comer, poderão entender e valorizar esse trabalho, de cuidar da planta, entender todo o processo.”

Altair, decidiu ajudar doando um pouco de tempo e conhecimento, e você pode fazer o mesmo. Doe o que puder, seja o que for, ofereça uma mão amiga.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conheça o bazar da Mão Amiga:

Em meio a correria de uma sexta-feira, uma câmera, tripé, gravador, e uma conversa quase informal, Maria Izabel Sales, a Bel – como já apresentada no post anterior – explica sobre o funcionamento e gestão do Mão Amiga, que conta com a ideia de um bazar, onde são vendidos móveis e roupas para a comunidade. O bazar funciona em uma loja alugada, próxima a casa que abriga a Instituição e é gerenciado, na maior parte do tempo, por duas pessoas – sendo, inclusive, uma delas, o filho da Dona Cida –. Segundo a voluntária Bel, tudo que é exposto para a venda é de alguma doação que não teve uma finalidade definida: “As coisas que nós recebemos, e que já possuem um destino certo, vão ser doadas para essas pessoas. O que a gente recebe e não tem alguém específico para doar, nós levamos para o bazar e vendemos por um preço bom, um preço baixo”, diz. Bel explica, ainda, que todo o dinheiro arrecadado no bazar é destinado para pagar as contas da loja e, também, as despesas básicas do Mão Amiga,...

A história da Mão Amiga - como tudo começou

Maria Aparecida da Silva é presidente da Mão Amiga, dona Cida ou simplesmente Cida, como é conhecida, personifica a imagem da instituição. Natural de Além Paraíba (RJ), aos 12 anos Cida se mudou para Juiz de Fora e já começou a trabalhar. Entre suas diversas atividades, já trabalhou como ajudante de cozinha, empregada doméstica, faxineira e manicure. Cida tem 14 filhos, sendo sete deles adotivos. Seu primeiro marido, Joel de Souza, faleceu em 2003, devido a uma hemorragia interna. Logo, Cida teve que assumir as obrigações da casa e o sustento dos filhos que ainda dependiam dela. No início da Mão Amiga, quando a instituição ainda não tinha uma sede, Cida trabalhava como faxineira e manicure. Hoje ela se dedica em tempo integral à instituição. Sua infância foi pobre, veio de uma família de 14 irmãos, e em sua vida de casada também passou por grandes dificuldades. Uma delas ocorreu quando morava com seu primeiro marido e filhos em uma casa paupérrima. Cida e a família viveram no lo...

Dona Cida: exemplo de amor e caridade

O mundo seria bem melhor se todos tivessem a oportunidade de conviver com Dona Cida. Há mais de 30 anos a frente da Sociedade Beneficente Mão amiga, Maria Aparecida esbanja lições de vida e sem dúvidas a maior delas é a vontade de fazer o bem a qualquer pessoa que precise de ajuda.  Dona Cida é natural de Além Paraíba, onde viveu até os 12 anos de idade. Veio de uma família muito grande, com 13 irmãos e sempre passou dificuldades. Com 5 anos de idade, sofreu um acidente doméstico onde teve grande parte do corpo queimado, algo que foi motivo de grande vergonha durante muito tempo em sua vida. Desde muito nova tinha disposição para ajudar aos mais necessitados, contou que aos sete já dividia o pouco que tinha pra comer com os moradores de rua que viviam próximos à sua escola. Ao completar 12 anos se mudou para Juiz de Fora para trabalhar como ajudante de cozinha. Desde então trabalhou sempre em trabalhos na área de limpeza ou cozinha.  Já um pouco mais velha constit...