Pular para o conteúdo principal

Voluntários da Mão Amiga: Vitor Botti











Vitor Botti é professor de Educação Física, tem 31 anos de idade e é participante do projeto Treinadores do Bem e voluntário da entidade Mão Amiga.

Nesta campanha da Páscoa, ele recebeu ajuda da Prefeitura de Juiz de Fora e junto com alguns amigos do projeto Treinadores do Bem, fizeram arrecadação de doações para a Páscoa. “Eu sempre tive esse sonho de querer montar uma estrutura voltada para a gente ajuda principalmente as crianças, porque o futuro na nossa nação são as crianças, então a intenção era sempre beneficiar o público mais jovem para que a gente possa ter um futuro melhor, principalmente para eles né”, conta Vitor.

Mas a campanha da Páscoa não foi sua primeira ajuda a instituição. No início do ano, ele e amigos, fizeram um aulão na academia onde ele trabalha para arrecadar material escolar para ajudar crianças e jovens na volta às aulas, “já era um projeto para bastante tempo, mas ainda não tínhamos botado em prática, mas no início deste ano nós conseguimos”.

O Treinadores do Bem é um projeto onde professores de Educação Física realizam aulões para arrecadar doações para instituições de caridade. O projeto começou no início deste ano voltado a ajudar instituições para crianças e jovens. Conheça o lindo trabalho realizado pelos treinadores do bem em sua página no Facebook, onde eles postam suas ações e iniciativas. Parabéns a todos! 👏 🙏

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conheça o bazar da Mão Amiga:

Em meio a correria de uma sexta-feira, uma câmera, tripé, gravador, e uma conversa quase informal, Maria Izabel Sales, a Bel – como já apresentada no post anterior – explica sobre o funcionamento e gestão do Mão Amiga, que conta com a ideia de um bazar, onde são vendidos móveis e roupas para a comunidade. O bazar funciona em uma loja alugada, próxima a casa que abriga a Instituição e é gerenciado, na maior parte do tempo, por duas pessoas – sendo, inclusive, uma delas, o filho da Dona Cida –. Segundo a voluntária Bel, tudo que é exposto para a venda é de alguma doação que não teve uma finalidade definida: “As coisas que nós recebemos, e que já possuem um destino certo, vão ser doadas para essas pessoas. O que a gente recebe e não tem alguém específico para doar, nós levamos para o bazar e vendemos por um preço bom, um preço baixo”, diz. Bel explica, ainda, que todo o dinheiro arrecadado no bazar é destinado para pagar as contas da loja e, também, as despesas básicas do Mão Amiga,...

A história da Mão Amiga - como tudo começou

Maria Aparecida da Silva é presidente da Mão Amiga, dona Cida ou simplesmente Cida, como é conhecida, personifica a imagem da instituição. Natural de Além Paraíba (RJ), aos 12 anos Cida se mudou para Juiz de Fora e já começou a trabalhar. Entre suas diversas atividades, já trabalhou como ajudante de cozinha, empregada doméstica, faxineira e manicure. Cida tem 14 filhos, sendo sete deles adotivos. Seu primeiro marido, Joel de Souza, faleceu em 2003, devido a uma hemorragia interna. Logo, Cida teve que assumir as obrigações da casa e o sustento dos filhos que ainda dependiam dela. No início da Mão Amiga, quando a instituição ainda não tinha uma sede, Cida trabalhava como faxineira e manicure. Hoje ela se dedica em tempo integral à instituição. Sua infância foi pobre, veio de uma família de 14 irmãos, e em sua vida de casada também passou por grandes dificuldades. Uma delas ocorreu quando morava com seu primeiro marido e filhos em uma casa paupérrima. Cida e a família viveram no lo...

Dona Cida: exemplo de amor e caridade

O mundo seria bem melhor se todos tivessem a oportunidade de conviver com Dona Cida. Há mais de 30 anos a frente da Sociedade Beneficente Mão amiga, Maria Aparecida esbanja lições de vida e sem dúvidas a maior delas é a vontade de fazer o bem a qualquer pessoa que precise de ajuda.  Dona Cida é natural de Além Paraíba, onde viveu até os 12 anos de idade. Veio de uma família muito grande, com 13 irmãos e sempre passou dificuldades. Com 5 anos de idade, sofreu um acidente doméstico onde teve grande parte do corpo queimado, algo que foi motivo de grande vergonha durante muito tempo em sua vida. Desde muito nova tinha disposição para ajudar aos mais necessitados, contou que aos sete já dividia o pouco que tinha pra comer com os moradores de rua que viviam próximos à sua escola. Ao completar 12 anos se mudou para Juiz de Fora para trabalhar como ajudante de cozinha. Desde então trabalhou sempre em trabalhos na área de limpeza ou cozinha.  Já um pouco mais velha constit...