Pular para o conteúdo principal

Há mais de 2 décadas ajudando a quem precisa!


Hoje, dia 18 de agosto, a Sociedade Beneficente Mão Amiga completa mais um ano de ajuda ao próximo! Vale lembrar um pouco da história de solidariedade que a instituição construiu desde então... 


A Sociedade Beneficente Mão Amiga nasceu na Vila Olavo Costa em 1985. A fundadora e atual presidente, Maria Aparecida da Silva, mais conhecida como Dona Cida, conta que desde criança aprendeu a partilhar com quem tem menos. Atualmente, a Mão Amiga tem 250 famílias cadastradas que recebem alimentos e outras doações. A entrega de alimentos é feita mensalmente, aos sábados. Todo o material chega através de doações ou da venda de roupas e calçados no bazar mantido pela instituição.
Localizada atualmente no bairro Ipiranga, a instituição ajuda famílias de outros bairros de Juiz de Fora, como Torreões, assim como famílias cadastradas que moram em outras cidades próximas a Juiz de Fora, como Matias Barbosa, Ewbank da Câmara e Rio Preto.

Além das doações, as pessoas cadastradas também contam com consultas com psicólogos, fonoaudiólogos e advogados que trabalham voluntariamente na Mão Amiga. A entidade conta com cerca de 28 voluntários e sempre realiza campanhas para que mais pessoas possam abraçar a causa.


Já pensou em ser uma mão amiga?
 


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conheça o bazar da Mão Amiga:

Em meio a correria de uma sexta-feira, uma câmera, tripé, gravador, e uma conversa quase informal, Maria Izabel Sales, a Bel – como já apresentada no post anterior – explica sobre o funcionamento e gestão do Mão Amiga, que conta com a ideia de um bazar, onde são vendidos móveis e roupas para a comunidade. O bazar funciona em uma loja alugada, próxima a casa que abriga a Instituição e é gerenciado, na maior parte do tempo, por duas pessoas – sendo, inclusive, uma delas, o filho da Dona Cida –. Segundo a voluntária Bel, tudo que é exposto para a venda é de alguma doação que não teve uma finalidade definida: “As coisas que nós recebemos, e que já possuem um destino certo, vão ser doadas para essas pessoas. O que a gente recebe e não tem alguém específico para doar, nós levamos para o bazar e vendemos por um preço bom, um preço baixo”, diz. Bel explica, ainda, que todo o dinheiro arrecadado no bazar é destinado para pagar as contas da loja e, também, as despesas básicas do Mão Amiga,...

A história da Mão Amiga - como tudo começou

Maria Aparecida da Silva é presidente da Mão Amiga, dona Cida ou simplesmente Cida, como é conhecida, personifica a imagem da instituição. Natural de Além Paraíba (RJ), aos 12 anos Cida se mudou para Juiz de Fora e já começou a trabalhar. Entre suas diversas atividades, já trabalhou como ajudante de cozinha, empregada doméstica, faxineira e manicure. Cida tem 14 filhos, sendo sete deles adotivos. Seu primeiro marido, Joel de Souza, faleceu em 2003, devido a uma hemorragia interna. Logo, Cida teve que assumir as obrigações da casa e o sustento dos filhos que ainda dependiam dela. No início da Mão Amiga, quando a instituição ainda não tinha uma sede, Cida trabalhava como faxineira e manicure. Hoje ela se dedica em tempo integral à instituição. Sua infância foi pobre, veio de uma família de 14 irmãos, e em sua vida de casada também passou por grandes dificuldades. Uma delas ocorreu quando morava com seu primeiro marido e filhos em uma casa paupérrima. Cida e a família viveram no lo...

Dona Cida: exemplo de amor e caridade

O mundo seria bem melhor se todos tivessem a oportunidade de conviver com Dona Cida. Há mais de 30 anos a frente da Sociedade Beneficente Mão amiga, Maria Aparecida esbanja lições de vida e sem dúvidas a maior delas é a vontade de fazer o bem a qualquer pessoa que precise de ajuda.  Dona Cida é natural de Além Paraíba, onde viveu até os 12 anos de idade. Veio de uma família muito grande, com 13 irmãos e sempre passou dificuldades. Com 5 anos de idade, sofreu um acidente doméstico onde teve grande parte do corpo queimado, algo que foi motivo de grande vergonha durante muito tempo em sua vida. Desde muito nova tinha disposição para ajudar aos mais necessitados, contou que aos sete já dividia o pouco que tinha pra comer com os moradores de rua que viviam próximos à sua escola. Ao completar 12 anos se mudou para Juiz de Fora para trabalhar como ajudante de cozinha. Desde então trabalhou sempre em trabalhos na área de limpeza ou cozinha.  Já um pouco mais velha constit...